
Infinito particular
Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler, faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
(Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Carlinhos Brown)
Segundo o olhar de Roseane às 21h41
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Vergonha alheia
Nem preciso dizer que a história suja do Nelsinho Piquet me dá asco. O que preciso dizer é que estou extremamente tentada a torcer só para o Rubens Barrichello de hoje em diante, coisa que eu nunca imaginei dizer em público. Melhor ser sempre o segundo do que fazer canalhice vexatória e depois espalhar aos quatro ventos com mais canalhices vexatórias, né? Ah, mundo cruel...
Segundo o olhar de Roseane às 23h07
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Noves fora, nada.
Em 12h34m56s do dia 07/08/09 eu estava tomando banho. Hoje, às 09h09m09s do dia 09/09/09, eu estava dormindo ou quase acordando depois de trabalhar até tarde ontem. Ainda vai ter 09h09m09s para quem usa o sistema de 12 horas e seria legal se eu conseguisse postar exatamente nesse horário, né? Acho que não vai dar. Então me contento em estar comendo na próxima data em que houver números simbolicamente significativos para confirmar que sou mesmo uma pessoa básica.
And the show must go on.
Segundo o olhar de Roseane às 18h34
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Conversando com a boneca
Vou te contar uma história,
Bem quietinha, olhe para mim.
Você não era nascida
E o Paraná não era assim.
Nem o vovô e a vovó
Ao mundo haviam chegado,
O telefone e o rádio
Nada disso era inventado.
Foi a 7 de setembro
Tantos, tantos anos faz
Que Dom Pedro no Ipiranga
Mostrou que era capaz
De fazer a independência
Desta pátria muito amada
Gritando, altivo, esta frase
Que eu repito entusiasmada:
- Independência ou morte!
O que é isso? Está dormindo?
Você não ama o Brasil?
Oh, que coisa vergonhosa
...
Você mostrou que é boneca
E que não tem coração
E se o tem, ele é pano,
De trapo ou de papelão
(De algum recôncavo perdido da minha memória, do Cancioneiro da Professora que deve ser dos idos dos anos 40 e da única (!!!) menção que consta na Internet: Ideário e Imagens da Educação Escolar, organizado por Marcus Vinicius da Cunha, da Editora Autores Associados. Alguém lembra? Alguém sabe? Alguém viu?)
Segundo o olhar de Roseane às 22h57
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Nome:Roseane
Idade:36
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