
Enquanto ainda há tempo e porque eu ando querendo fazer graça em poucas palavras ultimamente: Toca Rauuuuuul!
Segundo o olhar de Roseane às 23h14
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Coisas de família
Família sempre dá problema. Se não for um problemão daqueles monstros, é um probleminha daqui, outro dali. Suuuuupernormal. Aí fazem um almoço ou um jantar em família e fica tudo bem de novo. E, claro, o cardápio será pizza se o sobrenome da família for Sarney.
Não vou entrar muito na questão, porque acho que todo mundo pensa a mesma coisa com as notícias que estão saindo hoje por aí. Só queria deixar claro que uma coisa eu admiro no Sr. José Sarney: ele tem um excelente gosto para dar nome aos filhos.
E só.
Segundo o olhar de Roseane às 22h40
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Fantasminha camarada
Sabe quando você vê alguém e não tem certeza se é quem você pensa que é? Aí você fica algumas horas do seu dia precioso e corrido pensando nisso. Depois passa. Mas depois de passar, volta. Aí você fica pensando se era mesmo aquela pessoa. E se era, o que estaria fazendo naquele lugar, naquela hora. E sendo ou não sendo, como será que está o infeliz? Como será que os fatos se desenrolaram? E, principalmente, por que cargas d'água você não consegue parar de pensar nisso agora? Vamos fazer uma faxina e trabalhar muito que vai ser melhor para todo o planeta, né? Isso mesmo.
Segundo o olhar de Roseane às 21h10
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O plantão
Foi um final digno, preciso dizer. O caso não foi exatamente que eu acompanhei a série, mas curti ER, o Plantão Médico, como ficou traduzido aqui no Brasil. Lembro de ver na Globo a primeira temporada, lembro de ficar impressionada, mas não que se tornou vital na minha existência. Depois assisti temporadas, digamos, sobrepostas, porque via as reprises de manhã e a série de verdade uma vez por semana. Foi meio bizarro, mas assisti quase tudo, acho. E agora, terminou. The end.
Pelo pouco que entendo e acompanhei, ER deu uma reviravolta nessas séries norte-americanas. Deu abertura para várias outras séries que retratam profissões. E deu início à onda de séries médicas que tem por aí hoje: House, com casos diferentes e graves e um médico chato, mas muito bom; Scrubs, puro humor e divertidíssima; Grey's Anatomy, drama mais centrado nos relacionamentos dos personagens, mas com umas pitadas exatas de humor e Private Practice, que é filhote de Grey's Anatomy, portanto mesmo estilo e tem a Addison, minha ídola.
Mas como eu disse, foi um final digno. Foi uma última temporada legal porque todos os caminhos se cruzaram de novo, porque aconteceram coincidências interessantes e porque os personagens vitais voltaram. Até o George Clooney fez participação em um episódio, que coisa, não? Ele, que foi lançado pela série, voltou como Doug, casado com a Carol, pai das meninas gêmeas, acho que como muita gente imaginava. O Noah Wyle voltou a trabalhar e esse é a cara da série porque cresceu ali com o personagem dele. Mas o golpe de mestre mesmo foi o episódio final. Apareceu gente nova, a simbólica Alexis Bledel, que era da outra série recentemente falecida, Gilmore Girls, aparece como médica iniciando no Pronto Socorro. E a outra garota, Hallee Leah Hirsh, volta como Rachel Greene, filha de Mark Greene que foi outro símbolo da série. Ela volta para tentar trabalhar ali, dando início a um círculo e dando uma idéia de recomeço que com certeza envolveu os fãs da série. Eu que nem acompanhei tudo, que nem posso dizer que sou fã, gostei muito.
Ah, nem avisei que esse post continha spoilers do final da série. Mas se você for fã mesmo já deve ter lido tudo isso aqui em algum lugar, então vou fazer de conta que você não vai ficar bravo comigo, oh, leitor desavisado. Vou dizer, de novo, que eu gostei e que, dado o sucesso que a produção fez por 15 anos, foi um final digno.
Segundo o olhar de Roseane às 14h19
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Nome:Roseane
Idade:36
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