
Bicho do Paraná
Seu motorista, toque o carro
Me tire desse lugar
Me leve logo, motorista
Pro outro lado de lá
Não vou cortar o meu cabelo, não
Só pra dar o que falar
Eu não sou gato de Ipanema
Sou bicho do Paraná
A vida pra mim na cidade grande
Tá difícil pra danar
A gente que nasceu no mato
No mato tem que morar
No mato a gente se ajeita
Tudo o que se planta dá
Quero voltar pra minha terra
Pro norte do Paraná
(João Lopes)
Segundo o olhar de Roseane às 19h44
Enviar este
olhar
Sacis e afins
Superstições são um mistério para mim. Não consigo entender muito bem como uma coisa pode influenciar a outra de uma maneira tão fatal se não há intenção. Não consigo acreditar. Talvez seja minha criação católica. Talvez eu seja uma adepta muito mais fervorosa de "O Senhor é meu pastor e nada me faltará" do que eu imaginava. Talvez minha mente seja linear demais para acompanhar essas coisas.
Acredito em energias negativas e positivas. Acredito em conexões entre as pessoas que ultrapassam a física. Já vivi coisas que não posso explicar, mas que sei que aconteceram. Mas não gosto de colocar minha bolsa no chão porque pode sujar mesmo, não porque isso vai desencadear um processo que acabará comigo sem dinheiro, na rua da amargura.
Por isso não entendo várias coisas que acontecem por aí. As atitudes também dizem respeito a escolhas pessoais, claro, não só a crenças em sobrenaturais estranhos a minha pessoa. E acontece cada uma que parece que são duas...
Segundo o olhar de Roseane às 15h10
Enviar este
olhar
Você sabe que está ficando velha quando...
...descobre que a sandália Melissa está completando 30 anos.
Porque você viveu na pele a cena de um dos comerciais antigos da Melissinha Transparentinha que agora parece estar tendo um revival com todas essas sapatilhas transparentes na moda.
Você lembra de uma azul bonitinha que você teve e usou até a pobrezinha praticamente se deteriorar em seus pés.
Até aqui tudo bem.
Então você também lembra das primeiras sandálias que foram lançadas.
E começa uma parte bem peculiar...
Porque você lembra do mundo antes do advento sandálias Melissa!
Oh, vida cruel...
Segundo o olhar de Roseane às 22h01
Enviar este
olhar
Quiero ser
O mundo da música gira. Na Espanha também. Faz um tempinho que a Amaia Montero saiu do La Oreja de Van Gogh. Adoro a voz da Amaia! O La Oreja tem uma nova cantora, a Leire, que também tem uma voz fantástica. E a Amaia seguiu carreira solo. História clássica de bandas modernas. Nada demais.
As músicas da Amaia são boas. Até postei Cuatro Segundos aqui faz uns dias. E também tem Quiero ser. Eu não gostei muito dos arranjos, parece música sertaneja, não sei. Mas a voz dela é muito bonita, então ficou escutável. O que mais me chamou a atenção, na verdade, é a letra. Porque entre um punhado de coisas que ela parece querer ser, tem uma partezinha em que diz que quer ser "el verbo puedo". Isso. Assim mesmo. Não é só ser o verbo "poder". É o ser o verbo "poder" na primeira pessoa do singular, eu posso. Achei fantástico. Um detalhezinho que poderia até render um capítulo de um livro de auto-ajuda, mas que dá uma força extraordinária para um texto como é uma letra de música.
Por isso vou ousar me juntar à voz da Amaia e dizer por aí que se eu fosse um verbo, com certeza brigaria para ser o verbo "puedo". E traduzido, para dar valor à minha profissão, claro, eu quero ser o verbo "posso".
Segundo o olhar de Roseane às 14h31
Enviar este
olhar
Da coletividade
Lembro de brincar de Mulher Maravilha quando eu era pequena. Pegava uma fita e amarrava na cintura, dobrava a barra do short e subia no muro segurando na grade para pular e fazer de conta que estava defendendo alguma coisa. Bom, pelo menos eu acho que era isso. Mas não me lembro de desejar ardentemente ter superpoderes para salvar a humanidade, para fazer alguma coisa mega-especial quando era pequena. Agora depois de grande, lembrando dessas coisas e vivendo por aqui e por ali, às vezes tenho muita vontade de ter poderes especiais para curar feridas nos corações e mentes das pessoas de quem eu gosto muito. Queria ter alguma coisa como o dedo verde daquele menino do livro para tocar uma pessoa e tirar dela todas as angústias, sofrimentos e amarguras. Talvez uma poção mágica para salpicar alguém com umas gotinhas. Talvez um pó de pirlimpimpim que transportasse todos para uma fase do jogo em que a lição do sofrimento já estivesse aprendida, que essa pior parte do amadurecimento já fosse só uma lembrança. Não sei se me dói mais quando eu sofro ou quando vejo pessoas de quem eu gosto sofrerem. Porque eu queria mesmo é fazer igual ontem: encher meu carro de pessoas legais, de amigos super-especiais, e dar muita risada se escondendo do frio enquanto esperávamos outras pessoas legais e sabendo que depois daríamos mais risadas ainda. Mas meu carro não é mágico para perpetuar a felicidade, não tenho jato invisível, e, definitivamente, não tenho superpoderes de cura. Então me resta oferecer a essas pessoas, além da participação nesses momentinhos fofos da vida, meu ombro amigo. Porque, como já diziam aqueles meninos bonitinhos, praticamente meus amigos de adolescência, "quem tem amigos nunca está sozinho".
Segundo o olhar de Roseane às 12h39
Enviar este
olhar
Nome:Roseane
Idade:36
Links
Umuarama
A Tribuna do Povo
Umuarama Ilustrado
BBC
Chante France
Revista TPM
Tatiane Bernardi
Garotas que dizem ni
Banheiro feminino
02 Neurônio
Never Mind The Bolog
Coffee and Dreams
Mulé burra
Mothern
Sandrinha Koky
Jarom
Rosa
Rosa, de novo
Des-edificante
Erika
Erika, de novo
Tudo palhaço
Diário da odalisca
PostSecret
Vida monótona
Gabs
Barulho ácido
O mapa da mina
Cris Carvalho
Gostou do blog?
Vote aqui!
Indique o blog para amigos!
Visitantes

*exclusivo ronalds methods