
The Scientist
Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart
Tell me your secrets and ask me your questions
Let's go back to the start
Running in circles, coming tails
Heads on a silence apart
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Take me back to the start
I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart
Questions of science, science and progress
Do not speak as loud as my heart
And tell me you love me, come back and haunt me
And I rush to the start
Running in circles, chasing tails
Coming back as we are
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
I'm going back to the start
(Coldplay)
Segundo o olhar de Roseane às 20h29
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A cor da consciência
Acredito que o ser humano tenha bem no fundo de suas entranhas um sentimento bem ruim que acaba sendo exposto quando alguma diferença é percebida. Tudo o que foge de nosso padrão de normal é motivo de zombaria, principalmente quando estamos entre semelhantes, entre pessoas com a mesma concepção de normal. O objeto pode ser cultural, mas o sentimento é universal. É uma coisa com a qual ainda não aprendemos a conviver mesmo não aceitando os erros do passado, erros de nossos antepassados. Antes, era péssimo ter pele negra. Antes, negros não eram gente, diziam por aí. Hoje, é péssimo não ser magro. Hoje, os gordos não servem para muita coisa, dizem por aí. Ou seja, o preconceito em si é o mesmo, o nosso sentimento maldoso está ainda correndo nas nossas veias. Mas o motivo da chacota, atualmente, tem mais a ver com forma e tamanho do que com cores.
Isto posto, digo que não espero que o mundo mude porque o Barak Obama ganhou uma eleição para presidente dos Estados Unidos. Não acho que ele vai vestir uma fantasia de super-herói e dar um jeito nesse mundo fora de rumo. Mas não posso deixar de ter orgulho de ver que estou vendo um momento histórico muito importante, que estou assistindo uma demonstração de transformação daquelas que lemos em livros de história e parecem estar tão distantes. A diferença é que agora está aqui, em nossos noticiários todos os dias. É importante, é interessante, é um marco, não dá pra negar. Me faz perceber que podemos reconhecer alguns erros e aprender com eles, sim. Me dá esperança de que um dia aquele prazer mórbido de caçoar de uma pessoa seja também parte da história, não da realidade.
É isso aí: cores e formas para todas as vidas. Amém!
Segundo o olhar de Roseane às 14h33
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O blog da Tia Rô apóia a causa.
Segundo o olhar de Roseane às 08h40
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Garota, é o fim!
Todo mundo que se aventura no fascinante mundo dos blogs sabe que acontece nas melhores famílias: tem dias que você não sabe mais o que fazer com ele, tem fases que você quer cortar o vício, tem horas que você está tão entusiasmada com ele que escreve cinco posts em um dia só. É uma relação de amor e ódio. De dependência. De cobranças. Entre outras coisas.
Um dos blogs que mais gosto, um dos que mais me divertiu, que, ouso até dizer, me serviu de inspiração, Garotas que Dizem Ni (link ali do lado), vai acabar. The End. O fim. Fiquei muito chateada. Porque curto mesmo ler as histórias delas, sempre criativas, sempre bem escritas. Sem contar que a Fla Wonka é uma das poucas pessoas desse mundo que lembrava da Jem e as Hologramas antes do advento do youtube! Eu até me senti, assim, gente como a gente quando ela também lembrou.
O fim é sempre uma lástima! Um fim é sempre triste, dolorido, eu diria até constrangedor. Mas elas estão fazendo textos especiais sobre o tema e até atendendo a indicações de leitores dos melhores textos. Estão conseguindo se sair bem até em um momento assim. É isso aí, Garotas, acabar sim, mas sem perder a ternura jamais, né? E a mim, resta indicar a leitura dos últimos posts (ou de todos os posts que você ainda não leu) e desejar sorte para as Garotas Fantásticas em todos os novos projetos. E digam Ni!
Segundo o olhar de Roseane às 17h09
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Friends will be friends
Chandler, Joey, Monica., Phoebe, Rachel, Ross. Personagens que estão na memória, literalmente, de milhões de pessoas. Antes, eu não entendia muito bem as situações em que eles se metiam. Acho que foi o fato de ver episódios esporádicos que não me deixou captar a essência da coisa. Eu achava que eram muito caricatos, que as situações eram muito exageradas, cheguei a dizer que não gostava da série em alto e bom som. Claro que os personagens têm características um pouco excessivas. Claro que as situações são extremas. Mas que atire a primeira pedra quem nunca teve um amigo sequer como um deles? Quem nunca teve uma turma com características tão diferentes e que, apesar disso, se desse muito bem? Quem nunca passou por uma situação similar àquelas que eles representaram tão bem? Duvido e faço pouco que haja uma só pessoa em todo o mundo imune a um acontecimento similar entre amigos. Depois que comecei a acompanhar melhor, e isso aconteceu há bem pouco tempo (ainda mais se considerarmos que a série já acabou), me apaixonei. Comecei a ver uma seqüência de episódios e comecei a entender melhor e a ver o humor em tudo o que acontece com eles e que já aconteceu comigo, claro. Comecei a captar. E comecei a me viciar. Não consegui ver todos os episódios em sucessão, mas consegui montar toda a história na minha cabeça e ver episódios antológicos como o primeiro e o último, sem ao menos me preparar para isso. E hoje em dia, de vez em quando ainda pego um episódio inédito em algum horário de reprise. E me divirto muitíssimo. Posso dizer que virei fã. E espero ainda ter bom humor suficiente para me divertir mesmo vendo reprises quando não houver mais episódios inéditos para mim. E ter bom humor para me divertir na vida real com situações tão embaraçosas, engraçadas e animadas com meus amigos de verdade.
Segundo o olhar de Roseane às 19h48
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Semana da moda
Eu entendo que uma apresentação pessoal é importante. Sobretudo quando se trata de uma ocasião profissional. Claro que a roupa é importante, apesar de não ser o único item de uma boa apresentação pessoal. Aprendi na prática que uma pessoa bem vestida pode causar boa impressão e conseguir muitas coisas em diversas ocasiões. É complicado, mas é humano, não temos muito como fugir do fato. Uma primeira impressão pode não ser definitiva, mas pesa, com certeza. Pensei bastante sobre isso na semana passada com a história do rapaz que foi morto pelo segurança de uma loja das Casas Bahia que teria desconfiado da índole dele porque não havia primado pela indumentária ao sair para comprar um colchão. Ia se casar breve e deixou um filho. Claro, é um extremo. Não deixa de ser chocante. Mas é um exemplo de como somos julgados pela vida afora.
* * *
Saí pra fazer umas comprinhas porque estou precisando renovar alguns itens do meu guarda-roupa (talvez até por medo de ser confundida, como o rapaz acima citado) e cansei de roxo e suas variantes. Cruz credo! Eu adoro as roupas que tenho em todas as variações: roxo, uva, lilás, etc. Mas só ver a mesma coisa em todas as lojas, em todos os lugares para onde eu olhar é desgastante! Eu, que já não sou compradora compulsiva, tive vontade sair correndo de alguns lugares e não consegui comprar nada do famigerado tom. E não consegui deixar de lembrar da Dona Iraci dizendo que o vestido novo que o "fio Parecido" tinha comprado pra ela era "roxo tããao lindo"... Se algum dia ela entendeu de moda (e se ainda estiver viva, claro) deve estar exultante. O mais intrigante é que li recentemente que a cor lilás tem o poder de acalmar. Acho que não funcionou comigo. Pelo menos não agora. De minha parte, vou continuar usando as minhas roupinhas da cor preferida da Dona Miraci (ops!), mas vou ser obrigada a apelar para um branquinho ou pretinho básico se resolver renovar meu guarda-roupa de vez.
Segundo o olhar de Roseane às 22h27
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Nome:Roseane
Idade:36
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