
Same Mistake
So while I'm turning in my sheets and once again I cannot sleep
Walk out the door and up the street, look at the stars beneath my feet
Remember rights that I did wrong
So here I go
Hello, hello
There is no place I cannot go, my mind is muddy but
My heart is heavy does it show, I lose the track that loses me
So here I go
And so I sent some men to fight, and one came back at dead of night
Said he'd seen my enemy, said he looked just like me
So I set out to cut myself
And here I go
I'm not calling for a second chance, I'm screaming at the top of my voice
Give me reason, but don't give me choice cause I'll just make the same mistake again
And maybe someday we will meet, and maybe talk and not just speak
Dont buy the promises 'cause there are no promises I keep
And my reflection troubles me
So here I go
I'm not calling for a second chance, I'm screaming at the top of my voice
Give me reason, but don't give me choice cause I'll just make the same mistake
So while I'm turning in my sheets, and once again I cannot sleep
Walk out the door and up the street, look at the stars
Look at the stars fall down, and wonder where did I go wrong?
(James Blunt)
Segundo o olhar de Roseane às 18h01
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08/08/08. Dia místico. Dia redondo. Eu gosto do número 8, então gostei da data de hoje. Mas o dia está chuvoso e preguiçoso. Boa noite.
Segundo o olhar de Roseane às 18h35
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De novo…
Eu adoro Olimpíadas. Adoro essas competições que envolvem países e histórias e pessoas e superações e aquela formação de heróis que sempre acontece. Adoro! E já estou começando a me inserir no contexto de Pequim. (Pequim, sim. Eu não consigo falar Beijing o tempo todo, sou da Velha Guarda da Geografia.) Estou acompanhando, estou curtindo e estou ansiosa pra ver a abertura amanhã cedo. Aliás, bem cedo. Talvez a minha salvação seja exatamente o fato de que o horário não vai ajudar muito para eu acompanhar atentamente. Mas claro que vai ter aqueles boletins diários. E vou adorar. Vou estar ali na frente da tevê, com os olhos grudados na telinha, bem atenta. E se o dia 08/08/08 é o dia perfeito para iniciar uma competição na China porque 8 é considerado número de sorte por lá, aqui, talvez seja meu dia de nem tanta sorte assim porque sei que estou perdida, de novo...
Segundo o olhar de Roseane às 19h49
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Sumiços
Por um tempo, achei que houvesse um buraco negro no meu carro. Primeiro foi um mini-cartão de crédito que desapareceu em algum lugar entre um caixa em que fiz um pagamento e a minha casa. Depois um prendedor de cabelos que eu ganhei e que gosto muito. Depois outro prendedor de cabelos que eu comprei porque não achava o primeiro que achei que estivesse perdido para sempre. Como é que pode sumir tanta coisa em um carro tão pequeno? Pois é. Um tempo depois, quando, por um acaso, vi o carro por outro ângulo (uma coisa meio Sociedade dos Poetas Mortos, claro), encontrei o prendedor de cabelos que tinha sumido por último. Quer dizer, ele só tinha caído mesmo, encontrei e pronto. Fiquei bem feliz. Há bem pouco tempo, encontrei o primeiro prendedor de cabelo que tinha sumido e que eu já tinha dado por desaparecido há muito tempo, já tinha desistido de encontrar. Não estava no carro, estava em um bolso, bem guardadinho. Ou em algum local parecido com um buraco negro e voltou para o bolso como que por magia. Vai entender. Mas ele está de novo nas minhas mãos, ou melhor, nos meus cabelos. Já o mini-cartão de crédito nunca mais mesmo. Mas não acho mais que a teoria do buraco negro automobilístico tenha algum valor. Talvez uma teoria da conspiração corresponda melhor à realidade. Vai entender a vida, né?
Segundo o olhar de Roseane às 10h31
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Custe o que custar
CQC. É bem isso mesmo. Fui apresentada pelo meu irmão a eles e fiquei fã. Aliás, pelo o que li por aí e pelo o que vi por aí não sou a única que gosta, tem muita gente curtindo. Interessante. Bastante interessante. Sem comparações, sem apelações, sem recursos altamente mirabolantes, eles fazem um programa bem divertido. "Eles" inclui: Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque, que são os homens de preto, e Danilo Gentili, Rafael Cortez, Oscar Filho e Felipe Andreolli. Fazem um humor inteligente com uma mistura de jornalismo sobre atualidades, tudo ao vivo, bem encaixado, bem feito. Coisas raras na televisão brasileira, todo mundo sabe, nem preciso insistir muito no assunto. Vi os últimos programas, gostei e recomendo. Portanto, CQC, todas as segundas-feiras, lá pelas 22h, pela Band. Não perca!
Segundo o olhar de Roseane às 15h39
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Meios
Adoro andar de metrô. Não gosto de andar de metrô às 18 h na Linha Vermelha no sentido Corinthias-Itaquera, que fique bem claro. Mas é legal ficar olhando as pessoas, ficar escutando pedaços de conversar que elas não têm pudores em revelar, adivinhar o que a pessoa está lendo com tanto interesse e observar pessoas como aquele cara com cabelo black power que tirou o alargador da orelha que agora está com um buraco e flácida. Por que será que ele tirou? Ou melhor, por que será que ele pôs aquele treco na orelha? Devo estar ficando velha. Logo, logo vou poder usar os banquinhos cinza reservados para os idosos sem nenhum tipo de culpa. Perfeito! E a viagem segue...
Segundo o olhar de Roseane às 14h31
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Local onde os amigos se encontram
Segundo os Xetás é lá que os amigos que se encontram e por iss mesmo é a Capital da Amizade. Fui lá encontrar alguns amigos e talvez algumas respostas. Sei lá. Fui pra Umuarama passar alguns dias, o fato é bem esse. Como sempre, aquela sensação de tudo o que passou, tudo o que eu vivi, parece que o tempo parou, mas ninguém, nem nada é o mesmo. Só o Fito Paez pra ter a delicadeza de contar tal tipo de emoção em Mariposa Tecknicolor e só quem vive entende, não tem jeito. A parte cômica fica por conta de uma outra sensação. A sensação de ver alguém e achar que conhece, mas não conhece. De não saber de onde conhece. Ou se conhece apenas alguém parecido com aquela pessoa. É bem assim mesmo. Eu, por exemplo, olhei pra uma pessoa na rua e pensei: olha, é a Fernanda! E dois segundos depois me dei conta de que a Fernanda é de São Paulo, não tem nadinha a ver com Umuarama, nunca estaria lá e, portanto, eu estava vendo só alguém que parecia a Fernanda, claro, né? Depois, vi a mãe da Sandra e tive a mesma sensação. Mas é claro que a mãe da Sandra era mesmo a mãe da Sandra e é de lá e eu estava certa. Mas é uma coisa meio maluca. Parece um deslocamento espaço-temporal mais adequado a viagens extraterrenas ou extra-sensoriais. E talvez seja bem isso mesmo.
E depois, chegar em São Paulo de novo é a mesma sensação de viagem extra-sensorial: O que é isso? Pra que tanta gente? Fila pra que mesmo? Como tudo é loooonge! Socorro!
Posso ter encontrado pessoas e lembranças, mas acho que ainda continuo procurando uma alguma coisa, talvez aquilo que deve se chamar "eu".
Segundo o olhar de Roseane às 11h10
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Nome:Roseane
Idade:36
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