Por que será?

Foi assim:

 

Eu postei:

Conversão

Estar ausente me faz pensar em ausências.

..

 

A Mari comentou:

Por quê?

 

            Pois é, por quê? Por que será que eu fiquei pensando antes de ver o comentário dela e muito mais depois de ver?

            A Mari é a Marianne, do blog http://des-edificante.blogspot.com. É de Campo Grande e tem 20 anos. Aliás, quando eu vi a idade dela depois de ler o que ela escrevia há muito tempo atrás fiquei espantadíssima, a garota é boa, viu?! Agora descobri que além de escrever bem, de não ter medo de expor seus sentimentos e de ter uma sensibilidade incrível, ela também faz perguntas intrigantes e envolventes.

            E por quê, então?!

            Sei lá. Acho que só quando a gente sente uma coisa na pele tem idéia do que é, de verdade. Claro que tem a identificação que faz inúmeras histórias serem universalizadas, segundo o Theodor Adorno. Mas tem dias que parece que as coisas se encaixam melhor, que você percebe o seu papel em determinada situação. E aí vai pensando em outras coisas, em outras situações e acaba chegando a uma inversão interessante porque você desempenha outros papéis em outras situações. E a partir daí o pensamento vai mais longe ainda.

            Acho que é isso. Ou é porque eu sempre penso demais. Ou é porque tô numa fase de aceitação passiva. Ou talvez seja aquilo de estranhamente, a gente só perceber que um tapa dói quando a gente leva o tapa, não quando a gente dá. Deve ser por aí. E como ainda não parei de pensar nos porquês, esse comentário da Mari ainda pode dar muito pano pra manga. E eu que achava que blog era solitário e que eu muito mais expunha do que recebia. Mais uma lição aprendida.

 

(Pra Mari, que eu nem conheço pessoalmente.)

 

 

Segundo o olhar de Roseane às 20h02

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Do planejamento

            Eu não gosto de cinéfilos planos. Eles são chatinhos. É. Podem me acusar de várias coisas, até de preconceito contra cinéfilos planos, mas eu realmente tenho um pé atrás com eles. Ficam sempre enlouquecidos para ver filmes na estréia ou na pré-estréia. E não porque são fãs do ator, provavelmente porque são fãs do diretor ou do cara que fez a fotografia, porque, claro, cinéfilo plano aprecia o trabalho de um bom ator e sabe a ficha técnica inteira do filme, né? Eles conhecem os cineastas mais obscuros, aqueles que só fazem documentários que passam em três salas de cinema no Brasil inteiro por umas duas semanas. Eles sabem diferenciar todos atores e equipe técnica e, principalmente, os cineastas e diretores orientais, aqueles que eu confundo e quase todo mundo confunde. Amam cinema iraniano. E acham que filmes que ganham prêmios, nem precisa ser Oscar, qualquer filme que ganhe qualquer prêmio não presta. Cinéfilos planos têm uma frase preferida: "Você já viu o novo do...?" Não, ninguém viu. Nem o novo, nem o velho. Tudo bem gostar de filme e curtir muito ir ao cinema. Eu vou, eu adoro. Mas ter uma enciclopédia atualizada e especializada em vários tipos de tendências cinematográficas, me desculpem, é coisa de cinéfilo plano.

            Eu tenho amigos cinéfilos que seriam planos se não fossem meus amigos. Sei disso porque, como amigos, conversamos sobre muita coisa, inclusive sobre cinema e sobre o novo filme do Woody Allen, por exemplo. Mas quando conheço alguém que só sabe falar sobre isso, hummmm, nem tenho vontade conversar. E, infelizmente, em dias de Mostra de Cinema em São Paulo é o que mais se encontra. Ainda bem que acaba logo e o mundo terá menos assunto para os cinéfilos planos e chatos. Ufa!

Segundo o olhar de Roseane às 22h05

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Conversão

Estar ausente me faz pensar em ausências.

 

...

Segundo o olhar de Roseane às 22h21

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Alpinista social

            Comecei a ler e não conseguia sacar qual era a da autora para escrever um livro como Trading Up (em português Janey Wilcox, Alpinista Social, tradução de Celina Cavalcante Falck, Editora Record). E a autora é a poderosa Candace Bushnell, a jornalista que escrevia de verdade a coluna Sex and the City que acabou se tornando o sucesso que foi como coluna, livro, série e filme. É da cabeça dela que se originou tudo aquilo e por mais que tenha coisas com as quais eu não exatamente compartilhe, é muito mulherzinha. E eu curti a série e o filme. São um retrato da geração mulherzinha, não tem como fugir. Pensando nisso fui dando uma chance para o livro. Nisso e no fato de que foi a Gabs quem me emprestou e a Gabs tem bom gosto. Mas tinha hora que eu queria bater na Janey Wilcox, a protagonista. Mulher tonta!

            Aí eu achei que tinha começado a entender o porquê de tantas menções a nomes de marcas e de coisas específicas de Nova York. Se bem que tem umas coisas que ela diz que são extremamente típicas e exclusivas de Nova York e eu já vi acontecer em Umuarama. E, então, lá pelo meio do livro, a constatação: ela menciona O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald. É. Não sei se foi uma homenagem ou se foi muita pretensão da parte dela, mas o livro cogita a possibilidade de ser um retrato da alta sociedade nova iorquina, assim como o fantástico O Grande Gatsby que é considerado o retrato da alta sociedade da época dele.

            E então, fiquei mais brava com a Candace do que fiquei com a Janey quando vi duas mancadas muuuuuito feias dela que, para nós, são extremamente evidentes. A primeira é a passagem de uma festa no começo do livro em que aparece uma modelo brasileira. Um dos personagens fica tentando lembrar de todas as palavras que aprendeu em espanhol no colégio para conversar com a tal modelo brasileira. Pois é... Mas eu considerei que uma jornalista do calibre dela e uma boa editora não deixariam passar uma mancada dessas e que era apenas uma alusão ao fato de o português (idioma falado no Brasil) e o espanhol (idioma falado em quase todos os outros países da América Latina) serem parecidos. A segunda mancada monumental é uma outra passagem com uma outra modelo brasileira que se chama, thanam!, Conchita. Sim. Uma brasileira chamada Conchita. Alguém conhece alguma brasileira chamada Conchita? Não, né? Pois é. Eu estava enganada, foi mancada fortíssima da autora e da editora, elas pensam que no Brasil a gente habla español. Sin comentarios.

            Aliás, não é só a pobre da deslocada da Conchita, os nomes dos personagens são incríveis. Tem poucos nomes normais, acho que tem um George, uma Patty e o resto é cada nome diferente que benza Deus! Tem o Zizi, que é argentino. Outra vez, o nome não é tão comum em países que falam espanhol, mas depois da mancada já citada dá pra passar essa. E tem o Comstock. Comstock? Isso lá é nome de gente? Para mim parece nome de categoria de corrida de carro, por exemplo, tem a Stock Car e a Comstock.

            Mas chega de descer a lenha no livro. Acabei de ler e preciso dizer que gostei. Depois de quase pegar nojo da personagem, depois de ficar revendo meus conceitos modernistas relacionados a marcas e a posses, digo que valeu a pena. Sério. Porque no final fica legal e dá pra entender bem o que acontece na cabeça meio oca e extremamente loira da Janey. Até encontrei depoimentos na internet que dizem que passaram pela mesma situação, no começo do livro, e no final gostaram. É uma história que é mulherzinha, mas não é muito mulherzinha. Quem tiver a firmeza de continuar a ler depois do primeiro impacto vai curtir, eu tenho certeza. Então, tá recomendado.

            E pra mim resta a curiosidade enorme de ler, agora, o livro Sex and the City pra ver qual é a desse também. E talvez de fazer uma maratona da série. E não perder o próximo filme que está sendo rodado, ao que me consta. Sentimentos de mulherzinha de uma mulherzinha, nada mais normal na sociedade moderna.

Segundo o olhar de Roseane às 16h11

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Outro lugar do mundo

Aqui é outro lugar do mundo

Aqui é outro lugar do mundo

 

Paralelepípedos param helicópteros

Os ônibus no fim do dia

Paralelo é tudo que vejo

Arranha-céus da cabeça aos pés

Pára-quedas caem

é gente que não pára de chegar pra ficar perdida

 

Pára o trânsito

Pára-raio na cabeça

Pára o trânsito

Pára-raio na cabeça

 

Aqui é outro lugar do mundo

Aqui é outro lugar do mundo

 

A tiete, o Tietê

Shopping center e TV

A praia é no Ibirapuera

Fica todo mundo branco

Pé descalço ou de tamanco

A pé paulista sofre

Só que ninguém vê

A cidade poluindo

Só que ninguém vê

A cidade poluindo

Num bom cartão postal

Via satélite

Vi a polícia na contramão

Segundo o olhar de Roseane às 15h59

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Percalços tradutórios

            Desde que a gente começa a ter contato com outro idioma aparecem espantos. O modo de dizer uma coisa, o raciocínio para chegar a uma expressão e coisas do tipo. É entrar em uma cultura totalmente diferente da sua e tentar acompanhá-la. É difícil.

            Nós, tradutores, passamos por isso sempre, quase todos os dias, na verdade. Porque sempre tem alguma coisa que não entendemos bem ou uma palavra que nunca vimos. Até no próprio idioma é assim, eu duvido que alguém nunca passou pela situação de procurar alguma coisa com o meu amigo Aurélio para saber o significado. É bem normal.

            Com o passar do tempo e o acúmulo de experiências, a gente vai pegando o jeito dos idiomas. Dos idiomas de um só idioma. Porque além daquele inglês americano e britânico que a gente tradicionalmente aprende nas escolas de idiomas, tem outras variações de inglês circulando pelo mundo afora. Por exemplo, o inglês alemão. É parecido com o inglês britânico, mas há uma tendência maior para colocar o adjetivo na frente do substantivo e algumas palavras emendadas que não poderiam estar assim juntinhas. O inglês francês faz bastantes floreios. No inglês japonês, coreano e chinês, vale até trocar algumas letras para que a palavra fique pronunciável. Eu já vi escrito em um manual "InstaRation" em vez de "InstaLLation". Totalmente explicável se você tiver consciência de que para os orientais é difícil pronunciar o som do L e eles o trocam pelo som do R com muita freqüência.

            Vai daí que estava eu aqui a trabalhar no meu texto e tinha alguma coisa errada, mas eu não conseguir explicar o quê. Coisa demais invertida no inglês, o tal do Genitive Case tinha muita coisa possuída e pouco possuidor, era difícil achar o que dizia respeito a quê. Aos poucos fui me acostumando com esse e com outros problemas e fiquei morrendo de curiosidade de saber de qual idioma se tratava porque nunca tinha visto algo assim. E com uma pista de cá, outra pista de lá e uns caracteres esquisitos que teimavam em aparecer, descobri que é inglês russo. Sim, na Rússia também se fala inglês, mundo globalizado pós Guerra fria é assim. Para quem acha que vida de tradutor é rotineira, espera um texto assim aparecer e quero ver a reação da galera. Porque a situação pode ficar russa quando parece que falam grego com você. De verdade.

Segundo o olhar de Roseane às 23h53

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Salve geral

            Antes de qualquer coisa, a piada: eu sempre acho que o nome do filme é Zorra Total e não Salve Geral. Vai entender os meandros da mente humana...

            O filme é bom. Ok, é mais um daqueles filmes sobre violência no Brasil feito por uma elite que deve, na verdade, estar tentando entender como funciona o mundo da violência no Brasil. Tudo bem que a tal da rebelião retratada é muito mitificada. Me pareceu uma visão romantizada, uma visão de quem não conhece como funciona a fundo a "coisa" e tenta descobrir dando sua própria visão. E não sei se é filme para Oscar, não sei. Mas é um bom filme, sem dúvida.

            Dessa vez é mostrado um lado diferente, uma mãe que tem o filho preso vai descobrindo os esquemas e tentando livrar o filho da maneira que pode. O menino, Lee Thalor, é condenado por causa de uma bobagem de um minuto na vida dele, não é uma condenação injusta, ele cometeu um crime. Mas é um peixe fora d'água naquele mundo. E a mãe, papel de Andréa Beltrão, outro peixe fora d'água, faz de tudo para ajudar o filho. A história culmina no dia dos ataques do PCC a São Paulo, por isso a inscrição de "inspirado em fatos reais". O filme tem cenas de explosões, perseguições, mortes, tem personagens muito bem construídos, tem uma história boa, bastante plausível e tem a interpretação fantástica de Denise Weinberg como uma advogada que participa do PCC, fiquei impressionada. Me chamou a atenção os apelidos que são usados para e pelos personagens, muito criativos.

            Então, se tiver de bobeira por aí, mande um salve e vá ver o filme. Eu curti.

Segundo o olhar de Roseane às 22h12

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AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAh!!!!

 

Pronto. Passou.

Eu só precisava desopilar o fígado.

Segundo o olhar de Roseane às 22h55

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SAC

Algumas pessoas devem ter algum defeito de fabricação. Elas acham que eu sou obrigada a gostar das mesmas músicas e dos mesmos programas que elas gostam. E, além disso, acham que eu deveria ouvir a mesma música e os mesmos programas que elas quando elas estão a fim de escutar. Acho o cúmulo da falta de noção de senso uma pessoa que coloca o celular para tocar uma música ou ativar a TV do celular dentro do ônibus e dentro do metrô na maior altura. Já ouviu falar em fone de ouvido, queridinho? Então! Se algum dia você, caro leitor, encontrar uma pessoa com cara de louca distribuindo fones de ouvido para os sem educação que colocam o som na maior altura em locais públicos, pode gritar meu nome, há uma grande probabilidade de ser eu mesma. Em campanha pelo uso consciente e inteligente da tecnologia moderna.

Segundo o olhar de Roseane às 16h20

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Sob meus olhos

            Começou normalmente, parecia uma chuva simples. Depois, parecia uma chuva forte simples. Parou, recomeçou, tudo normal, como uma tempestade que se preze deve ser. E então, aconteceu. Como num filme de catástrofe daqueles que faz muito sucesso de bilheteria, o barulho foi ficando mais alto e mais alto e mais alto. O vento ficou muito mais intenso e começou a levar tudo o que achava pelo caminho. A areia típica da região deixou o ar visível e ele não parecia amigável. Me senti, da janela que batia muito, uma espectadora. Senti medo, preciso admitir. Senti pena quando vi as telhas da casa vizinha voarem e caírem. Um passarinho lutava contra a força do vento e não sei se conseguiu se sair bem porque saiu do meu alcance de visão. Janelas vizinhas também quebraram. A chuva foi forte, muito forte. Os raios iluminavam a noite e não me deixavam esquecer o que estava acontecendo lá fora. Não me deixavam dormir.

            Quando amanheceu, descobrimos a dimensão dos estragos nos telhados vizinhos, na garagem, nas ruas onde várias partes de árvores caíram, onde várias árvores caíram. A força da natureza. E, segundo as previsões meteorológicas pode acontecer de novo, a qualquer momento. Pensamento positivo para que os estragos e os meus sustos não sejam tão grandes desde já.

Segundo o olhar de Roseane às 21h42

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O futuro

Ainda vai acontecer e está lá longe, não vou me preocupar com ele ainda.

 

O passado

Bom, já era. Não adianta chorar pelo o que já foi e já faz tempo.

 

O presente

Então, pois é... E o presente? O que eu faço do presente? ...

Segundo o olhar de Roseane às 10h35

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Fix You

When you try your best, but you don't succeed

When you get what you want, but not what you need

When you feel so tired, but you can't sleep

Stuck in reverse

 

And the tears come streaming down your face

When you lose something you can't replace

When you love someone, but it goes to waste

Could it be worse?

 

Lights will guide you home

And ignite your bones

And I will try to fix you

 

And high up above or down below

When you're too in love to let it go

But if you never try, you'll never know

Just what you're worth

 

Tears stream down your face

When you lose something you cannot replace

Tears stream down your face

And I...

 

Tears stream down your face

I promise you I will learn from my mistakes

Tears stream down your face

And I...

 

Lights will guide to home

And ignite your bones

And I will try to fix you

 

(Coldplay)

Segundo o olhar de Roseane às 16h28

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Sigam-me os bons

            Eu já falei aqui sobre o twitter, então o assunto é repetido. Eu já falei aqui até que o twitter é a nova mania das celebridades, então seria a repetição da repetição, mas leia até o final que eu prometo contar uma novidade bombástica logo, logo.

            Uma das coisas mais interessantes dessa nova mania virtual é seguir pessoas famosas. Algumas se metem em encrencas, algumas confirmam o que você já pensava delas e por aí vai. Nem vou entrar no mérito de que pode ser alguém se fazendo passar pela celebridade. Pode, pode mesmo. Mas é bem divertido seguir algumas pessoas.

            Por exemplo, o Ricky Martin, dia desses, postou isto aqui:

  

 

            Eu sigo o Ricky porque sou amiga de infância dele. É assim que me sinto por conhecê-lo desde que tínhamos uns doze anos. E conhecia aquela gargalhada gostosa dele e até algumas fofoquinhas básicas, mas juro que nunca imaginei receber isso dele.

            Chegou até a minha pessoa por essa via um vídeo divertidíssimo. O cara fez um vôo pela United Airlines e o violão dele foi quebrado durante o transporte. A United não deu a menor bola para as reclamações dele, como é músico, ele fez uma música e um vídeo e colocou no youtube, o que rendeu um número de acessos inimaginável e uma propaganda negativa para a empresa que vai ser difícil reverter. Dizem que a United Airlines ofereceu muita grana para ele tirar o vídeo depois de perceberem o estrago. Mas não foi concretizado. O vídeo tá em inglês, acho que mesmo quem não entende a letra vai se divertir:

 

 

 

            E adivinhem quem colocou esse vídeo? A Sandy. Sim, a irmã do Júnior. Comecei a seguir a Sandy pra ver qual era a dela, porque o Cris, meu amigo, morre por ela e ela sempre foi uma incógnita pra mim. Descobrir que a criatura sem senso de humor foi divertidíssimo.

            Já a Xuxa deu bola fora gravíssima. Não sigo a Xuxa, só fiquei sabendo do ocorrido e depois dei uma olhada nos perfis e achei uma caca daquelas mesmo. A Sasha escreveu uma palavra errada em um recadinho no perfil da mãe e a mulher ficou uma fera com quem tirou sarro e comentou o erro. É, mãe, tudo bem, mas não precisava do escândalo todo, acabou criando uma antipatia com as pessoas que a seguem, que são fãs, né? Bobagem pura.

            Agora é o momento da novidade bombástica. Se não estiver sentado, sente-se, é para o seu próprio bem. Porque o prêmio de grande revelação, de personalidade do ano, de criatura mais divertida do mundo twítico vai para... tchan, tchan, tchan, tchan... William Bonner. SIM! Você não leu errado e nem eu estou maluca, o William Bonner, aquele ser que aparece todos os dias na telinha da sua tevê de terno e gravata dando notícias com voz firme e séria, é engraçadíssimo. Juro que eu nunca imaginei que ele fizesse piadas. Mas depois de ler o que ele escreve, a vida nunca mais será a mesma. O cara é capaz de fazer graça com a própria desgraça como foi o caso quando ele escreveu uma palavra errada e foi corrigido por uma ex-BBB. O fato em si já parece uma piada, né? E ele saiu dessa com todo humor do mundo (viu, Xuxa?!) dizendo que estava velho e analfa (e cego pelo jeito) e escrevendo um recadinho a la Seu Creysson. Outro dia colocou a foto de um copo de cerveja. Gente! Ele toma cerveja! Eu achei que só tomasse vinho importado que combinasse com a refeição, no maior estilo chique e sério, como no jornal, né? Uau! E a explicação sobre o nome dele ser com M e não com N? Simplesmente hilária, nunca mais esqueço como se escreve. Então já que hoje anunciaram o prêmio Nobel da Paz para o Barack Obama, anuncio que o Prêmio de Revelação de Personalidade do Ano é do William Bonner e das suas piadinhas. Depois de vê-las, você nunca mais vai assistir um jornal com os mesmos olhos. E para finalizar um recadinho dele:

 

Segundo o olhar de Roseane às 23h29

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Resquícios

            Lá estou eu o dia todo toda aérea. Coisas estranhas acontecem. Não sei se estou aérea por causa delas ou se elas me deixaram aérea. Preparativos para fins e preparativos para inícios e tentativas de consertar coisas que já deveriam estar inteiras há muito. E o blog bombando por causa da indicação do uol, estou impressionada com o número de visitas, uau. Bom, e pensando em tudo isso e menos no que estava fazendo, com provável pressa e talz, pá!, bati o carro. Juro que não foi proposital e que o chefe da equipe não me mandou fazer isso para ajudar meu companheiro de equipe a ganhar o campeonato. Foi o acaso mesmo. Se me mandarem embora por maus resultados nem vai rolar uma represália. Tá tudo bem, tirando as frustrações decorrentes do fato, claro. Mas cheguei à conclusão de que o selo do uol não protege contra infortúnios. E que estou realmente arrebentando por aí...

Segundo o olhar de Roseane às 21h20

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Da certeza

Oh, mundo, cheio de surpresas e de novidades! Em um dia chuvoso e chato, eu cheia de incertezas e de falta de racionalidade, fui indicada como Blog legal do uol e tenho até um selo agora. Estou dando pulos de alegria aqui na minha insensatez.

 

Uhu!

Segundo o olhar de Roseane às 21h40

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UOL

Nome:Roseane
Idade:36



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